Dois adolescentes assassinam amiga em ritual nos EUA

Foto: Photodune.net

NOVA IORQUE, 14 Fev. 14 / 10:15 am (ACI).- O caso de dois jovens que confessaram ter assassinado brutalmente uma amiga da escola em um suposto ritual satânico vem gerando comoção nos EUA.

Segundo diversos meios de comunicação norte-americanos, os adolescentes enfrentarão a pena de morte se forem declarados culpados. Os acusados têm 17 e 16 anos de idade. Ambos convidaram Corriann Cervantes, uma jovem de 15 anos a sair com eles e a levaram a uma casa abandonada. A garota estudava na mesma escola e confiou em seus companheiros.

Segundo as autoridades, Corriann foi torturada até a desfiguração, golpeada, asfixiada e estuprada. Os rapazes cravaram uma chave de fenda no crâneo da menina e gravaram um crucifixo invertido no abdômen da vítima.

Os acusados são José Reyes, de 17 anos, e um menor (mantido anônimo) de 16 anos. O assassinato da jovem, assinalam os investigadores, teria sido “a forma de venderem suas almas ao diabo”.

Reyes foi detido no domingo após ser entregue por seus pais aos quais havia confessado parte do ocorrido. No momento, o menor está detido em um centro carcerário juvenil.

Na terça-feira Reyes se apresentou na Corte. Durante a audiência confessou ter assassinado ao Cervantes e sorriu para as câmaras dos canais de televisão que cobriam o caso.

Os pais da vítima não explicam os motivos que tiveram os adolescentes para cometer este crime.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26703)

Extremistas hindus torturam e assassinam a um menino de sete anos por ser cristão

ppcristianosindia051213O site ACI informou na última sexta-feira (06/12/13) que Anugrag Gemethi, um menino cristão de sete anos chamavam de “Anmol”, foi torturado e assassinado por extremistas hindus em uma localidade de Rajasthan, no noroeste da Índia.

Os pais de Anmol o viram pela última vez quando saiu de sua casa para a escola dominical. Ao perceberem que o garoto não retornava, fizeram uma denúncia. O corpo –praticamente irreconhecível- foi achado no dia seguinte, 18 de novembro em um hospital.

Segundo o relatório da autópsia, o menor morreu afogado. Entretanto, cinco testemunhas do hospital indicaram que o corpo tinha evidentes sinais de tortura que foram ignorados pelo médico legista.

Mais de 200 pessoas foram ao enterro e ao funeral. “O lamento do povo e dos pais foi dilacerador”, disse uma testemunha presente nos eventos.

Harish Gemethi, pai do menino, disse à polícia que “há anos alguns extremistas hindus locais ameaçam matar-me e prejudicaram minha família muitíssimas vezes”. O homem deu os nomes dos agressores e pediu às autoridades que abrissem inquérito contra os mesmos, mas todas as suas queixas foram ignoradas até o momento.

Na aldeia vive uma comunidade cristã de 45 fiéis. Em setembro, um grupo de extremistas hindus interrompeu um encontro de oração dos fiéis e ameaçaram de morte os presentes.

“A tortura sem precedentes e a morte deste menino inocente entristecem nossos corações embora isto pareça inacreditável” disse K.P. Yohannan, fundador e diretor internacional da associação “Evangelho para a Ásia”. “A perseguição contra os cristãos é um acontecimento semanal, mas esta intensidade da brutalidade contra uma criança é impensável. Apesar de tudo, nesta horrível tragédia, encontramo-nos com a força e a esperança em Jesus” expressou.

Segundo Yohannan, a perseguição aos cristãos cresceu mais de 400 por cento nos últimos anos.

Por sua parte, em uma nota enviada à agência Fides pelo “Catholic Secular Fórum”, adverte-se que “é verdadeiramente horrível que os fundamentalistas hindus não tenham perdoado a vida de um menino de sete anos. O pior é que a polícia não seja capaz de identificar os assassinos e entregá-los à justiça”.

Nesse sentido, o “Catholic Secular Fórum” lançou a campanha “Justiça para o mártir Anmol”, pretendendo sensibilizar líderes da Igreja e das instituições políticas e judiciais pedindo um castigo severo para os assassinos, o fim da perseguição aos cristãos da Índia e uma indenização para a família do menino.

O episódio é o último de uma longa série de ataques contra as minorias religiosas na Índia. Segundo os dados recolhidos pelo Global Council of Indian Christians (GCIC), só em 2011 a minoria cristã sofreu 170 ataques. Trata-se de ofensivas de diferentes tipos perpetradas por grupos vinculados ao movimento nacionalista hindu Sangh Parivar, cujo nome traduzido ao Português é: “Famílias de Associações”, referindo-se ao agrupamento de distintos grupos nacionalistas hindus radicais.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26398