Atentado contra a Igreja Católica na Faixa de Gaza

Foto: Gringer (CC BY-SA 3.0)

Roma, 03 Mar. 14 / 12:04 pm (ACI).- Na noite entre quarta e quinta-feira, 26 e 27 de fevereiro, desconhecidos explodiram uma bomba a mão no pátio daigreja católica (de rito latino) de Gaza, no bairro de Zeiun, ao sul da cidade. A explosão, em plena noite, não causou danos a pessoas ou coisas. Nos muros que rodeiam a igreja foram escritas frases de ameaças contra os cristãos.

“O fato é grave”, disse à agência vaticana Fides, o bispo William Shomali, vicário patriarcal do Patriarcado Latino de Jerusalém, “mas o pároco e seus colaboradores continuam a trabalhar ao serviço da população de Gaza, sem qualquer medo de intimidação”.

“O governo de Hamas logo condenou este ato. Os representantes de Hamas manifestaram sua solidariedade e a intenção de prender o quanto antes os criminosos. Isto nos tranquilizou”.

Também o Centro palestino dos Direitos do Homem (PCHR) condenou o atentado, pedindo que seja aberto um rigoroso inquérito para identificar e prender os responsáveis.

Não é a primeira vez que na Faixa de Gaza – onde o poder está nas mãos da organização islâmica Hamas desde 2007 – são atingidos objetivos cristãos. Em 2011 uma bomba foi lançada contra o diretor do local Hospital anglicano, que ficou ileso.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26787)

Atentado contra cristãos após Missa de Natal, em Bagdá

Bagdá – Iraque (Sexta-feira, 27-12-2013, Gaudium PressUm massacre de cristãos logo no dia de Natal aconteceu em Bagdá, no Iraque. Após a celebração de uma Missa natalina em uma igreja situada no sul da cidade, um carro-bomba explodiu nas proximidades da região de Dora, onde reside uma pequena comunidade cristã.

Pelo menos 26 pessoas morreram atingidas pela detonação enquanto deixavam a igreja. Mais de 30 fiéis ficaram feridos, de acordo com fontes médicas locais.

Além disso, duas bombas também explodiram em um mercado, situado em outra área cristã de Dora, matando 35 pessoas e deixando 14 feridas.

A minoria cristã no Iraque é vítima frequente de ataques dos militantes rebeldes da Al Qaeda. Segundo dados apurados pela Agência France Press, mais de 6.650 cristãos morreram no país do Oriente Médio.

Calcula-se que desde 2003, ano da ocupação do exército dos Estados Unidos, os cristãos tenham passado de um milhão e meio para cerca de meio milhão. (LMI)

Da redação, com informações Radio Vaticano

(http://www.gaudiumpress.org/content/54327#ixzz2oxcFYy1f )

Vaticano: A paz é a única solução, diz o Papa após o brutal atentado contra cristãos no Paquistão

Basílica de São Pedro com as luzes apagadas na noite de 22 de setembro. Foto: Grupo ACI

ROMA, 23 Set. 13 / 01:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco condenou o atentado realizado no domingo por extremistas muçulmanos em uma igreja cristã no Paquistão, assegurou que a violência é inaceitável e pediu aumentar os esforços de paz na região.

Ontem, durante a sua visita à localidade italiana de Cagliari, na ilha da Sardenha, lamentou que “hoje, no Paquistão, por uma escolha errada, uma escolha de ódio, de guerra, houve um atentado e morreram 70 pessoas”.

“Este caminho não funciona. Não serve. O caminho da paz é o que conduz a um mundo melhor, mas se não o fizerem vocês, ninguém mais o fará”, assinalou.

O Santo Padre questionou se “estamos dispostos, estou disposto, a ir pelo caminho para construir um mundo melhor?”.

Ao redor do meio-dia de domingo 22 de setembro, dois terroristas suicidas detonaram bombas em meio de centenas de fiéis que saíam da histórica Igreja de Todos os Santos, em Peshawar, ao norte do Paquistão.

As testemunhas do ataque, que matou pelo menos 80 pessoas e feriu mais de 120, disseram que escutaram duas explosões de bombas, sendo a segunda mais poderosa que a primeira.

Posteriormente se encontraram coletes suicidas do lado de fora da igreja.

O grupo Jandullah, vinculado aos talibãs do Paquistão, atribuiu-se o atentado, como represália pelos ataques de aviões não tripulados americanos em regiões tribais ao noroeste do Paquistão.

Este ataque é o último de uma série de atentados contra cristãos paquistaneses, que representam aproximadamente 1.6 por cento da população, que é na sua maior parte muçulmana.

Tanto líderes religiosos como políticos condenaram o ataque, entretanto multidões furiosas tomaram as ruas, denunciando o fracasso do Estado para proteger às minorias.

O atentado do domingo foi considerado como o mais mortífero cometido contra os cristãos no Paquistão. Como resultado, o governo do país anunciou três dias de luto.

As luzes da cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano, apagaram-se na noite do domingo, a maneira de memória e luto pelas vítimas e suas famílias.

(Fonte: ACI Digital)

Atentado de extremistas muçulmanos contra um templo católico no Paquistão deixa 78 mortos

Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m

ROMA, 23 Set. 13 / 11:25 am (ACI/EWTN Noticias).- Neste domingo, 22 de setembro, dois extremistas muçulmanos suicidas realizaram atentados consecutivos à Igreja Católica de Todos os Santos, em Peshawar, ao norte do Paquistão, causando a morte de 78 pessoas e pelo menos 130 feridos.

De acordo com as autoridades, este foi o ataque mais grave realizado contra a minoria católica no Paquistão.

Uma facção talibã assumiu o atentado, e ameaçou continuar atacando as minorias religiosas do país até que os Estados Unidos pare com os ataques de drones nas zonas remotas do país.

De acordo com o chefe de Polícia Mohammad Ali Babakhel, “o ataque aconteceu no final da missa“, quando os dois terroristas abriram fogo contra os guardas de segurança que vigiavam a igreja, matando um e ferindo o outro.

Depois de brigar com alguns fiéis, um dos terroristas explodiu a primeira bomba, ao ver-se rodeado pela polícia. Ao pouco tempo, no interior da igreja, aconteceu a segunda explosão.

Segundo informações recolhidas pela Europa Press, o atentado tem uma grande carga simbólica para os moradores da cidade porque a Igreja de Todos os Santos é um lugar que representa a harmonia inter-religiosa.

Depois das explosões, dezenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a Polícia por sua incapacidade para impedir os atentados.

Tanto o primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, como o presidente Mamnoon Hussein, condenaram energicamente o atentado; outras autoridades provinciais também se pronunciaram à condenação do ataque.

(Fonte: ACI Digital)