Lançado app “Comics do Papa Francisco” visando que as crianças conheçam melhor o Papa

Foto: iTunes Store

ROMA, 19 Fev. 14 / 12:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- A empresa Apple acaba de lançar na iTunes Store o aplicativo “Os Comics do Papa Francisco”, desenvolvido pelo Master New Media, para os dispositivos iPad. Esta iniciativa tem como objetivo que as crianças conheçam melhor o Bispo de Roma.

Conforme assinala o L’Osservatore Romano, o aplicativo tem três opções a escolher: As frases do Sumo Pontífice (com desenhos que representam suas mensagens), jogar e colorir com o Papa, e finalmente as histórias do Santo Padre.

Os mais novos da casa podem escutar seus discursos, ler suas publicações no Twitter, assim como ficar sabendo mais sobre a vida de Francisco antes de ser eleito.

Atualmente o aplicativo está disponível somente em dois idiomas: inglês e alemão, ainda não está disponível em português e tem um custo de 2,99 dólares.

O site para baixa-lo é: https://itunes.apple.com/us/app/pope-francis-comics/id813620711?mt=8

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26724)

Menina de quatro anos suplica ao Rei da Bélgica bloquear a lei da eutanásia para crianças

MADRI, 05 Fev. 14 / 11:00 am (ACI/Europa Press).- No momento em que a Bélgica se prepara para converter-se no primeiro país do mundo que promulga uma lei que permite a eutanásia em crianças, Jessica Saba, de 4 anos e residente em Lachine, Quebec, Canadá, pediu ao Rei da Bélgica que não assine a legislação. “Pelo bem das crianças, por favor, não assine o Projeto de lei da Eutanásia”, suplicou Jessica no vídeo publicado no dia 2 de fevereiro.

Jessica nasceu em Montreal, Canadá, em maio de 2009 com uma má formação cardíaca severa: uma válvula completamente bloqueada e um ventrículo pouco desenvolvido. Ela teria sobrevivido somente por algumas horas ou alguns dias se não tivesse sido submetida a uma série de intervenções cardíacas realizadas no Montreal’s Children’s Hospital.

Aos seis dias, sua válvula já estava desbloqueada e de forma gradual seu ventrículo pouco formado começou a desenvolver-se. Se Jessica tivesse nascido em um país onde a eutanásia pediátrica fosse permitida, poderia ter sido uma candidata para a eutanásia, sendo sua história muito diferente à mostrada no vídeo: http://www.youtube.com/channel/UC4di7uSDkRYsHx8UL38LHvA .

Milhões de crianças nascem todos os anos afetadas por más-formações congênitas severas. Assim como Jessica, muitas delas poderiam ser candidatas à eutanásia. Se a eutanásia se legalizar na Bélgica, existe um perigo de que o precedente possa levar a extensão da eutanásia pediátrica em todo mundo.

Atualmente em Quebec, o governo está tentando aprovar a sua própria lei da eutanásia, que é muito parecida à que foi aprovada na Bélgica faz 10 anos. A Quebec Human Rights Commission recomenda a ampliação da eutanásia às crianças.

O doutor Paul Saba, psiquiatra de Lachine, Quebec, e pai de Jessica, realizou uma solicitação pessoal para o Rei para que não assine a lei que amplia a eutanásia às crianças na Bélgica. Explicou que a eutanásia começou na Bélgica para as pessoas que padeciam de algum problema físico, e agora se ampliou a todos os que sofrem doenças mentais. Começou com os adultos e agora vai se ampliar até as crianças.

Além disso, argumentou que não há necessidade de que ninguém sofra ao ter um excelente cuidado médico. Para todos os que estão ao final da vida, um bom cuidado paliativo deterá todo o sofrimento físico. Os que indicam que há membros de sua família que sofreram ao final da vida não receberam um bom cuidado paliativo.

A mãe de Jessica, Marisa, compartilha a luta e a alegria de Jessica e adverte que a lei da eutanásia pediátrica poderia levar os pais de crianças doentes ou deficientes “a abandonar muito rápido”. O que os pais e os filhos precisam é estar rodeados de amor e apoio à vida, não à eutanásia.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26658)

Escócia: Sentença permite que agência católica de adoções não entregue crianças a casais do mesmo sexo

Dom Philip Tartaglia (Foto: PaulVIF (CC BY-SA 3.0))

GLASGOW, 05 Fev. 14 / 11:23 am (ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo de Glasgow (Escócia), Dom Philip Tartaglia, expressou sua gratidão pela “sábia decisão” da corte de apelações do país que sentenciou a favor de uma agência católica de adoções que poderá assim continuar com o seu serviço, de acordo com seus princípios, e não entregar crianças em adoção a casais do mesmo sexo.

O Prelado disse que a agência é “pequena”, entretanto, realiza um bom trabalho para a comunidade em geral, “a agência ajuda a transformar a vida de algumas das crianças mais vulneráveis da sociedade”, e afirmou que “teria sido uma grande pena se a tivessem obrigado a fechar”.

Quase todas as agências católicas de adoção no Reino Unido se viram forçadas a fechar ou a romper a sua filiação com a Igreja e com seus patrocinadores devido à interpretação estrita das leis contra a “discriminação”.

Depois de receber uma denúncia da Sociedade Secular Nacional, o Escritório Escocês Regulador da Caridade examinou a sociedade de adoção e determinou que as suas políticas tiveram um impacto negativo nas pessoas do mesmo sexo e nas que coabitam e que violou a Lei de Igualdade de 2010. Entretanto, o Comitê Escocês de Apelações de Caridade assinalou que a agência de adoção dá um benefício público e regulamentou que pode permanecer aderida aos ensinamentos da doutrina católica para realizar o seu trabalho.

Dom Tartaglia assinalou que esta sentença “significa que as famílias que estão preparadas para adotar podem olhar para o futuro com mais serenidade e, além disso, as crianças que têm grandes necessidades podem ser colocadas em um lar amoroso”.

Um porta-voz da Sociedade Saint Margaret de Cuidado das Crianças e da Família disse à BBC News que “estamos muito contentes e aliviados por que se levantou a ameaça que tínhamos sobre nós. (…) Nosso único desejo é continuar com o trabalho que as autoridades reconhecem, e colocar as crianças que precisam de uma família com pais que as amem”.

Desde que a agência foi fundada em 1955, colocou a centenas de bebês e crianças em situações difíceis com pais adotivos católicos com o requisito de que estejam casados pelo menos por dois anos.

Este trabalho que realiza está financiado parcialmente pela Igreja Católica e alguns de seus bispos fazem parte da direção.

O bom trabalho que fazem pelas crianças foi inclusive homenageado com prêmios nacionais e recebe o apoio de centenas de famílias adotivas e membros da comunidade que se reuniram no verão passado na Catedral de Glasgow para comemorar seus anos de serviço.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26660)

Abusos: Clara resposta do Vaticano à ONU e firme compromisso pelas crianças

Foto Diliff (CC BY-SA 3.0)

VATICANO, 05 Fev. 14 / 05:05 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Escritório de Imprensa da Santa Sé divulgou um comunicado no qual responde claramente às acusações da ONU feitas hoje em um relatório no qual se afirma que supostamente o Vaticano permitiu o abuso de “milhares de crianças” (embora a presidente do Comitê, Kirsten Sandberg, admitiu não ter um número concreto). Diante destas declarações, a Santa Sé reiterou seu compromisso na defesa e proteção da infância.

O comunicado da Santa Sé saiu logo depois de um relatório –apresentado por alguns meios de imprensa seculares como a agência AP como “devastador”– no qual o Comitê para os Direitos da Criança da ONU “criticou severamente o Vaticano por suas atitudes em relação à homossexualidade, o planejamento familiar e o aborto, e pediu que se revisem suas políticas para assegurar que se protejam os direitos das crianças e seu acesso à saúde”.

O relatório do organismo internacional indica que “o comitê está profundamente preocupado com o fato de a Santa Sé não reconhecer o alcance dos crimes cometidos, que não tenha dado os passos necessários para proteger as crianças e que tenha adotado um comportamento e tomado decisões que levaram à continuação dos abusos e à impunidade dos predadores”.

AP assinala também que “é muito provável que essas recomendações (do comitê da ONU) sejam desprezadas pelo Vaticano, que tem essa divergência histórica com as Nações Unidas em temas como a saúde reprodutiva”.

Austen Ivereigh, fundador e líder do grupo internacional Vozes Católicas, comentou que o relatório da ONU é uma “mostra estremecedora de ignorância e elevada parcialidade”.

Do mesmo modo, indica AP, o líder católico assinalou que o documento não reconhece o progresso que se fez em anos recentes e que em muitos lugares a Igreja é considerada líder em proteção aos menores. Também disse que o comitê não distinguiu entre as responsabilidades e jurisdição da Santa Sé e das Igrejas locais.

“Em uns casos (o relatório) tenta mudar os ensinamentos da Igreja e diz como interpretar as Escrituras, o que certamente vai além da jurisdição da ONU e contradiz as leis internacionais sobre liberdade religiosa”, adicionou.

Comunicado da Santa Sé

No comunicado divulgado hoje, afirma-se que “segundo os procedimentos particulares previstos para as partes da Convenção, a Santa Sé toma nota das observações conclusivas sobre os próprios relatórios, os quais serão submetidos a estudo e exames minuciosos em pleno respeito da Convenção nos diferentes âmbitos apresentados pela Comissão em conformidade com o direito e a prática internacional, tendo também em conta o debate público interativo com a Comissão realizado a 16 de Janeiro de 2014”.

“Todavia, a Santa Sé lamenta ver nalguns pontos das observações conclusivas uma tentativa de interferir no ensinamento da Igreja católica sobre a dignidade da pessoa humana e na prática da liberdade religiosa”, acrescenta o texto.

O comunicado precisa finalmente que “a Santa Sé reitera o seu compromisso em defesa e proteção dos direitos da criança, em sintonia com os princípios promovidos pela Convenção sobre os direitos da criança e segundo os valores morais e religiosos oferecidos pela doutrina católica”.

Tolerância zero

Em uma recente entrevista publicada na Rádio Vaticana, o Núncio ante a ONU em Genebra, o Arcebispo Silvano Tomasi, rejeitou as acusações de que o Vaticano tenha obstaculizado as investigações a sacerdotes católicos acusados de abusos sexuais contra menores.

“As acusações que a Santa Sé obstaculizou a atuação da Justiça me parecem gratuitas. Impedir um país de aplicar sua jurisdição seria uma interferência ilegal e injusta”, disse Dom Silvano Tomasi.

Em dias recentes, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assegurou que o maior defensor das crianças é o Santo Padre: “Que chefe dos 193 Estados do Comitê da Convenção sobre os Direitos da Criança pode representar melhor testemunho e eficaz aval que o papa Francisco e seu amor tão forte pela infância?”, questionou.

Depois de lamentar os casos de abusos sexuais cometidos por membros do clero, o sacerdote recordou que os últimos Papas e os organismos competentes do Vaticano trabalharam e trabalham arduamente para “o estabelecimento de normas e diretrizes rigorosas e eficazes para curar, resistir e prevenir os graves fenômenos de abuso sexual contra menores de idade”, o que inclui “a atualização das leis do Estado da Cidade do Vaticano em assuntos penais”.

Seguindo os passos de seu predecessor, Bento XVI –que estabeleceu uma série de estritas normas para lutar contra o problema dos abusos sexuais, assim como com a política de tolerância zero – o Papa Francisco já deu importantes passos neste tema, como a criação de uma comissão para tratar este tema, e respalda e promove o trabalho da Igreja em todo mundo para garantir os direitos e o bem-estar das crianças.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26662)

Crianças comemoram com bolo o aniversário do papa

Festa surpresa para Francisco foi organizada por crianças, famílias, freiras e voluntários do dispensário pediátrico Santa Marta

Por Redacao

ROMA, 16 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) – As crianças, famílias, freiras e voluntários do dispensário pediátrico Santa Marta adiantaram a festa de aniversário do papa com um bolo, velinhas, canto de parabéns e um suéter de presente.

A bela surpresa aconteceu ao meio-dia deste sábado na Sala Paulo VI, quando o Santo Padre recebeu as famílias atendidas pelo dispensário pediátrico. Segundo a Rádio Vaticano, após a saudação da diretora do dispensário, irmã Antonieta Collacchi, FdC, e do testemunho de Elizabeth, uma das mães do grupo, dezenove crianças de camiseta branca com grandes letras amarelas estampadas formaram a frase “Parabéns Papa Francisco”.

Logo depois, veio o bolo com as velinhas e as crianças cantaram os parabéns ao papa, que se levantou, aproximou-se delas e as abraçou, agradecendo. Francisco soprou as velinhas e ganhou um suéter de presente.

O aniversário do papa é amanhã, 17 de dezembro, mas Francisco ficou totalmente à vontade entre as crianças e voluntários, se divertiu muito e afirmou:

“Muito obrigado pela visita! Obrigado pelo amor de vocês, pela alegria dessas crianças, pelos presentes, pelo bolo, que está muito bonito! Depois eu vou dizer a vocês se ele é bom ou não, combinado? Muito obrigado! Que Deus abençoe vocês!”.

A mãe peruana Elisabeth, que recebeu ajuda do dispensário para seu filho, falou para o papa: “O que dizer do seu sorriso? Ele chega até o coração de cada um, nos trazendo muita paz! Nós sabemos o quanto o senhor ama as crianças, especialmente as que mais precisam. No dispensário nós nos sentimos especialmente privilegiados porque sabemos que estamos no seu coração e na sua mente. E estamos felizes porque, todo dia, o senhor nos ajuda a encontrar Jesus! Querido papa Francisco, estes nossos filhos recebem hoje o mais belo presente de Natal que poderiam imaginar: o seu sorriso, a sua carícia, o seu abraço!”.

A irmã Antoinette Collacchi, das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, falou sobre o dispensário que foi fundado por Pio XI em 1922: “A Divina Providência não deixa faltar o seu apoio, multiplicando a caridade todos os dias através das nossas mãos. Os nossos dias são marcados pela alegria de ser cristãos, pelo brilho de um sorriso e pelo calor da gratidão, e isso nos permite repetir, com a força da experiência, algumas das suas palavras: ‘O verdadeiro poder é o serviço’; para o cristão, ‘progredir significa abaixar-se’, como o Filho de Deus. Nessa perspectiva, nós trabalhamos para ‘globalizar a solidariedade e o amor, em vez da indiferença e do egoísmo’”.

(Fonte: Agência Zenit)