Mensagem de Nossa Senhora de Medjugorje em 25 de fevereiro de 2014

Mensagem, 25. fevereiro 2014

“Queridos filhos! Vejam você, ouçam e sintam que nos corações de muitas pessoas Deus não existe. Eles não querem Ele, porque eles estão longe de oração e não tem paz. Vocês, filhinhos, rezem – vivam os mandamentos de Deus. Seja você uma oração, vós que desde o início disse `sim` ao meu chamado. Testemunhar Deus e minha presença e não se esqueçam, filhinhos: Eu estou com vocês e eu vos amo. Dia a dia, apresento a todos vocês a meu Filho Jesus. Obrigada por terem respondido ao meu chamado. “

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Mensagem Original:

Message, 25. February 2014

“Dear children! You see, hear and feel that in the hearts of many people there is no God. They do not want Him, because they are far from prayer and do not have peace. You, little children, pray – live God’s commandments. You be prayer, you who from the very beginning said `yes` to my call. Witness God and my presence and do not forget, little children: I am with you and I love you. From day to day I present you all to my Son Jesus. Thank you for having responded to my call.”

(www.medjugorje.org)

Polônia: 28 de fevereiro dia de jejum e oração pela Ucrânia

Apelo lançado pela Conferência Episcopal da Polônia. Enquanto isso, continua o fratricídio e aumenta para 37 o número de mortes

Por Don Mariusz Frukacz

CZESTOCHOWA, 20 de Fevereiro de 2014 (Zenit.org) – A Conferência Episcopal da Polônia lançou um forte apelo em solidariedade ao povo ucraniano neste momento particularmente difícil. Nesta manhã subiu para 37 o número de mortes no país, causadas por confrontos entre os manifestantes e a polícia.

Em memória às vítimas e para pôr fim ao derramamento de sangue, os Bispos poloneses – informa a Assessoria de Imprensa da CEP – têm incentivado os fiéis a rezar pela Ucrânia, nas intenções da Santa Missa. Agora, a CEP anunciou que em 28 de fevereiro, haverá um dia nacional de oração e jejum pela Ucrânia. “Pedimos ao Bom Deus – escrevem os Bispos – que a convocação para a oração em solidariedade conduza a uma resolução pacífica deste dramático conflito. Nos unimos em um abraço fraterno, em memória de todas as vítimas e suas famílias, e queremos expressar nossa proximidade e oração”.

(Zenit)

Intenções de oração do Papa para o mês de Fevereiro

O Santo Padre pede para rezar pela missão evangelizadora e pelas pessoas idosas

Por Redacao

ROMA, 03 de Fevereiro de 2014 (Zenit.org) – A intenção universal do apostolado da oração do Santo Padre para o mês de fevereiro de 2014 é “Para que a sabedoria e a experiência das pessoas idosas sejam reconhecidas na Igreja e na sociedade”. Por outro lado, a sua intenção evangelizadora é “para que sacerdotes, religiosos e leigos colaborem generosamente na missão de evangelização”.

Desde o início de seu pontificado, o papa Francisco tem insistido várias vezes que os idosos são “o tesouro da sociedade”.

“Um povo que não respeita os avós é um povo sem memória e, portanto, sem futuro”, disse em sua homilia de Santa Marta no dia 19 de novembro de 2013. Explicando que “os idosos são os que nos trazem a história, nos trazem a doutrina, nos trazem a fé e no-la deixam de herança. São os que, como o bom vinho velho, têm esta força dentro para dar-nos uma herança nobre”.

Da mesma forma, o Santo Padre alertou para o risco de excluí-los na sociedade.

Foi o que ele explicou no Rio de Janeiro na catedral, no encontro com os jovens argentinos, falando da exclusão dos “dois polos da vida que são as promessas dos povos”, os idosos e os jovens. “Exclusão dos anciãos, claro está, porque não se pode pensar que possa existir uma espécie de eutanásia escondida; ou seja, não se cuida dos anciãos; mas também está a euntanásia cultural: não lhes deixam falar, não lhes deixam atuar”, disse Francisco. Pedindo aos anciãos para “não desistirem de ser a reserva cultural do nosso povo que transmite a justiça, que transmite a história, que transmite os valores, que transmite a memória do povo”.

E mais uma vez insistiu neste Angelus do 29 de dezembro. Falou de “exilados escondidos”, dentro das próprias famílias. “Os anciãos, por exemplo, que as vezes são tratados como um estorvo. Muitas vezes penso que um sinal para saber como vão as coisas em uma família é ver como são tratadas as crianças e os anciãos”.

Trad. TS