Encontrada parte da relíquia de João Paulo II

Encontrada parte da relíquia de João Paulo II roubada em Abruzzo
Ladrões indicaram o local, mas ampola contendo o sangue do beato não foi encontrada

Por Redacao

ROMA, 30 de Janeiro de 2014 (Zenit.org) – Dois jovens adictos de 23 e 24 anos são os autores do roubo da relíquia de João Paulo II, roubada na noite de sábado, do santuário de San Pietro della Ienca, na montanha do Gran Sasso.

Detidos pela polícia nesta manhã em Aquila, os dois jovens confessaram o crime e indicaram aos investigadores o local onde estariam a teca e o crucifixo.

Estaria tudo bem se não fosse pelo fato de que não foi encontrada a relíquia, ou seja, o frasco contendo uma peça de roupa encharcada com o sangue do Papa polonês, que foi doado à igreja pelo Cardeal Dziwisz em 2011.

Os dois jovens confessaram ter jogado a reliquia num matagal, porque entraram em pânico. A versão não convence os investigadores, que continuam as investigações e também a interrogar os jovens. Detidos por um assalto em um ônibus, os adictos foram presos por suas próprias declarações que permitiram à polícia de Aquila relacionar o roubo da relíquia aos dois jovens. A polícia, portanto, continua em busca da ampola e está à procura de uma terceira pessoa, supostamente envolvida no roubo.

(Trad.:MEM)

Roubado em Abruzzo uma relíquia com o sangue de João Paulo II

O roubo aconteceu entre sábado e domingo no pequeno santuário de São Pedro em Ienca, onde Wojtyla costumava ir para orar. Também a Santa Sé foi avisada. Não se exclui a pista de satanismo

Por Redacao

ROMA, 27 de Janeiro de 2014 (Zenit.org) – Foi um duro golpe para os cidadãos de uma pequena cidade de L’Aquila descobrir esta manhã que a preciosa relíquia de João Paulo II, preservada na igreja de São Pedro da lenca (perto de L’ Aquila), tinha sido roubada. Atualmente, existem cerca de cinquenta carabinieres que, juntamente com os cães “buscapessoas”, estão cobrindo a área próxima do Gran Sasso para recuperar o frasco raro com o sangue de Wojtyla roubado, junto com uma cruz, por estranhos na noite entre sábado e domingo. De acordo com as pesquisas, é possível que os ladrões tenham se desfeito do objeto sagrado. A Procura, por sua vez, abriu um arquivo e não se exclui a pista do satanismo.

A área montanhosa onde se encontra o pequeno santuário era muito querida por Wojtyla que acostumava vir ao Gran Sasso para passear, esta em meditação e também esquiar. Muitas vezes vinha ao pequeno santuário, em visita oficial ou também em segredo para rezar. Justamente em lembrança destas visitas, o cardeal Stanislaw Dziwisz doou as relíquias para a igrejinha em 2011.

Quem descobriu o furto, ontem de manhã, foi o pároco José Obama. A cúria aquilana informou depois à Santa Sé. Considerando que somente existem “três relíquias no mundo com o sangue de Wojtyla”, trata-se de um fato muito grave, como declarou a Ansa Pasquale Corriere, ex vereador em Aquila e agora presidente da associação cultural ‘São Pedro em Ienca’, promotor de diversas iniciativas relacionadas às relíquias do Beato Papa polonês. O roubo “repropõe a questão das medidas de segurança da igrejinha que, depois de um período de fechamento aos fieis, de dia muitas vezes está aberta ao culto”. “A esperança – acrescentou Corriere – é que os autores responsáveis se arrependam e restituam os ganhos ilícitos, ou que em breve serão identificados e presos”. (S.C.)

Trad. T.S

(Agência Zenit)

Papa recorda os cristãos que “pagam com sangue” o preço de sua fé

Foto Grupo ACI

ROMA, 02 Dez. 13 / 03:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em uma recente mensagem por ocasião da festa de Santo André (30 de novembro) e a visita de uma delegação católica aos ortodoxos na Turquia, o Papa Francisco escreveu uma mensagem na qual recorda os cristãos perseguidos que “pagam com o próprio sangue o preço da sua profissão de fé”.

O texto foi levado pelo Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, devolvendo a visita que os ortodoxos fizeram no último dia 29 de junho a Roma. O Cardeal entregou a Bartolomeu I um presente do Papa e a sua mensagem.

No texto, o Papa Francisco escreve que “a lembrança do martírio do apóstolo Santo André também faz-nos pensar nos muitos cristãos de todas as Igrejas e Comunidades eclesiais, que em diferentes partes do mundo sofrem discriminações e às vezes pagam com o próprio sangue o preço da sua profissão de fé”.

O Santo Padre assinala: “Amado irmão em Cristo, é a primeira vez que me dirijo a ti com motivo da festa do apóstolo André. Aproveito esta oportunidade para assegurar-te a minha intenção de continuar as relações fraternas entre a Igreja de Roma e o Patriarcado Ecumênico”.

“É para mim um motivo de grande consolo refletir sobre a profundidade e a autenticidade dos laços que existem entre nós, fruto de uma viagem cheia de graça ao longo da qual o Senhor guiou nossas Igrejas, a partir do histórico encontro em Jerusalém entre o papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, cujo quinquagésimo aniversário celebraremos em breve”.

“Unidos em Cristo, portanto, -diz o Papa- já experimentamos a alegria de sermos autênticos irmãos no Senhor, e ao mesmo tempo somos plenamente conscientes de não ter alcançado a meta da plena comunhão. À espera do dia em que possamos participar juntos no banquete eucarístico, os cristãos estão chamados a preparar-se para receber este dom de Deus mediante a oração, a conversão interior, a renovação da vida e o diálogo fraterno”.

“Nossa alegria na celebração da festa do apóstolo André não deve nos fazer afastar o olhar da dramática situação de muitas pessoas que estão sofrendo devido à violência e à guerra, à fome, à pobreza e aos graves desastres naturais. Sou consciente de sua profunda preocupação pela situação dos cristãos no Oriente Médio e por seu direito a permanecer em seus países de origem”.

O Pontífice assinala deste modo que “o diálogo, o perdão e a reconciliação são o único meio possível para conseguir a resolução dos conflitos. Sejamos incessantes em nossa oração ao Deus todo-poderoso e misericordioso pela paz nesta região e sigamos trabalhando pela reconciliação e o justo reconhecimento dos direitos das pessoas”.

“Estamos celebrando o 1700º aniversário do Decreto de Constantino, que pôs fim à perseguição religiosa no Império Romano do Oriente e do Ocidente, e abriu novos canais para a difusão do Evangelho. Hoje, como então, os cristãos do Oriente e Ocidente devem dar testemunho comum para que, fortalecidos pelo Espírito de Cristo ressuscitado, difundam a mensagem de salvação a todo mundo”.

Há também, ressaltou o Papa, “uma necessidade urgente de cooperação efetiva e comprometida entre os cristãos com o fim de proteger em todas as partes o direito a expressar publicamente a própria fé e a serem tratados com justiça quando promovem a contribuição que o cristianismo continua oferecendo à sociedade e à cultura contemporâneas”.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26373)

Milagre Eucarístico de Santarém – Portugal


Milagre-Santarem
Este milagre aconteceu no dia 16 de fevereiro de 1247, em Santarém, 65 km ao norte de Lisboa. Há historiadores que datam o milagre de 1266, como está na cópia de Dom Afonso IV, de 1346.

O milagre se deu com uma dona de casa, Euvira, casada com Pero Moniz, a qual sofrendo com a infidelidade do marido, decidiu consultar uma bruxa judia que morava perto da igreja da Graça. Esta bruxa prometeu-lhe resolver o problema se como pagamento recebesse uma Hóstia Consagrada.

Para obter a Hóstia, a mulher fingiu-se de doente e enganou o padre da igreja de Santo Estevão, que lhe deu a sagrada Comunhão num dia de semana. Assim que ela recebeu a Hóstia, sem o padre notar, colocou-a nas dobras do seu véu. De imediato a Hóstia começou a sangrar. Assustada, a mulher correu para casa na Rua das Esteiras, perto da Igreja e escondeu o véu e a Hóstia numa arca de cedro onde guardava os linhos lavados.

À noite o casal foi acordado com uma visão espetacular de Anjos em adoração à sagrada Hóstia sangrando. O casal, arrependido e convertido, de madrugada chamaram o pároco e, acompanhados de inúmeros clérigos e leigos levaram a Hóstia de volta para a Igreja de Santo Estevão,  onde continuou a sangrar durante três dias. Enfim, a Hóstia foi colocada em um relicário feito de ceras de abelhas derretida, e colocada num cálice até 1340, quando se afirma ter havido um outro milagre – foi descoberto que ficou encerrada numa âmbula de cristal. As manchas cristalizadas de Sangue, solidificaram na cera e constituíram as Relíquias do Preciosíssimo Sangue, como se pode ver ainda hoje, conservando-se. Próximo da Igreja está a Ermida (Casa do casal)

Várias investigações eclesiásticas foram feitas durante 750 anos. As realizadas em 1340 e 1612 provaram a sua autenticidade. Em 5 de abril de 1997, por decreto de Dom Antonio Francisco Marques, Bispo de Santarém, a Igreja de Santo Estevão, onde está a relíquia, foi elevada  a Santuário Eucarístico do Santíssimo Sangue.

(Fonte: cleofas.com.br)