Os Santos possuem o amor de Deus no coração

Cidade do Vaticano (Terça-feira, 19-11-2013, Gaudium Press) O Papa Francisco publicou uma nova mensagem nesta terça-feira, 19, em sua conta oficial no Twitter (@Pontifex).

No tuite, o Santo Padre escreveu: “Os Santos não são super-homens. São pessoas que têm o amor de Deus no coração, e transmitem esta alegria aos outros”. (LMI)

(Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/53101#ixzz2lBIJ54uK )

Inspetoria Salesiana lança novo site web

Milão – Itália (Quarta-feira, 06-11-2013, Gaudium PressA Inspetoria Lombardo-Emiliana dos Salesianos lançou recentemente um novo site com o objetivo de “ser um ponto de referência para todos os que vivem o carisma educativo de Dom Bosco no território em que operamos, buscando reforçar o comum empenho no servir os jovens, tornando-nos presentes também no ‘pátio’ digital da rede”, afirmou o Padre Claudio Ciolli, inspetor local.

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O portal (www.salesianilombardiaemilia.itou) publica notícias, comunicados inspetorias, além de possibilitar a consulta à agenda dos encontros comuns.

As fotos mais significativas dos eventos locais serão disponibilizadas na seção intitulada “Fotonline”. As casas da Inspetoria poderão ser facilmente encontradas na seção “Onde estamos”.

A Obra salesiana está presente nas principais redes sociais, tais como: Twitter, YouTube, Facebook e Google+. A intenção é transmitir o carisma salesiano também nesse ‘pátio’. (EPC)

Com informações da ANS.

(Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/52626#ixzz2jxRTvITl )

Santos não são super-homens mas pessoas que conheceram o amor de Deus, diz o Papa

Papa Francisco. Foto: ACI Prensa

A HAIA, 01 Nov. 13 / 01:24 pm (ACI/EWTN Noticias).- Diante de uma multidão de fiéis congregada na Praça de São Pedro, por ocasião da Festa de Todos os Santos, o Papa Francisco assinalou que estes não são super-homens, nem nasceram perfeitos, mas são seres humanos como nós que conheceram o amor de Deus.

O Santo Padre indicou que “Os Santos (…) são como nós, como cada um de nós, são pessoas que antes de alcançar a glória do céu viveram uma vida normal, com alegrias e dores, fadigas e esperanças”.

“Mas o que mudou sua vida? Quando conheceram o amor de Deus, seguiram-no com todo o coração, sem condições ou hipocrisias; gastaram sua vida ao serviço de outros, suportaram sofrimentos e adversidades sem odiar e respondendo ao mal com o bem, difundindo alegria e paz”.

Francisco disse que “esta é a vida dos Santos, pessoas que pelo amor de Deus não têm feito sua vida com condições a Deus, não foram hipócritas, gastaram sua vida ao serviço de outros, servir ao próximo, sofreram tantas adversidades, mas sem odiar”.

“Os Santos jamais odiaram. Porque, compreendam bem isto, o amor é de Deus, mas o ódio, de quem vem, vem de Deus o ódio? Não, vem do diabo! E os Santos se afastaram do diabo. Os Santos são homens e mulheres que têm a alegria no coração e a transmitem a outros”.

O Papa indicou que os Santos, “em sua existência terrena, viveram em comunhão profunda com Deus. No rosto dos irmãos mais humildes e desprezados viram o rosto de Deus, e agora o contemplam cara a cara em sua beleza gloriosa”.

O caminho da santidade, assinalou o Santo Padre, é “jamais odiar, servir os demais, os mais necessitados, rezar, e alegrar-se”.

“Ser Santos não é um privilégio de poucos, como se um deles tivesse recebido uma grande herança. Todos nós temos a herança de poder chegar a ser santos no Batismo”.

A santidade, sublinhou, “é uma vocação para todos. Portanto, todos estamos chamados a caminhar pela via da santidade, e esta via tem um nome, a via que leva a santidade tem um nome, tem um rosto: o rosto de Jesus. Ele nos ensina a chegar a ser Santos. Jesus Cristo, Ele no Evangelho nos mostra o caminho: o das Bem-aventuranças”.

“Com efeito, o Reino dos céus é para os que não põem sua segurança nas coisas, e sim no no amor de Deus; para quantos têm um coração singelo, humilde, não presumem ser justos e não julgam os demais, quantos sabem sofrer com quem sofre e alegrar-se com quem se alegra, não são violentos mas misericordiosos e buscam ser artífices de reconciliação e de paz”.

O Papa remarcou que “o santo, a santa, é um artífice de reconciliação e de paz. Sempre ajuda a reconciliar as pessoas, sempre ajuda a que exista paz. E assim é bela a santidade. É um belo caminho”.

“Hoje os Santos nos dão uma mensagem nesta festa. Dizem-nos: confiem no Senhor, porque Ele não decepciona! O Senhor não decepciona jamais! É um bom amigo. Sempre a nosso lado. Não decepciona jamais! Com seu testemunho os Santos animam a não ter medo de ir contracorrente ou de serem incomprendidos e ludibriados quando falamos Dele e do Evangelho; demonstram-nos com sua vida que quem permanece fiel a Deus e à sua Palavra experimenta já nesta terra o consolo de seu amor, e depois o “cêntuplo” na eternidade”.

Francisco disse que “com sabedoria a Igreja pôs em estreita sequência a festa de Todos os Santos e a Comemoração de todos os fiéis defuntos. A nossa oração de louvor a Deus e de veneração dos espíritos bem-aventurados se une a oração de sufrágio por quantos nos precederam na passagem deste mundo à vida eterna”.

“Encomendamos nossa oração à intercessão da Maria, Rainha de todos os Santos”, concluiu.

(Fonte: ACI Digital)

Paz

Redação (Terça-feira, 29-10-2013, Gaudium Press) – São apenas três letras que, juntas, expressam um estado de espírito procurado por todos. Veja uma breve consideração sobre essa palavra tão falada e cobiçada:

Quem não sabe o que procura não sabe o que encontra

A procura da felicidade é uma necessidade de todo homem. Agora, como é que o homem a procura? Um destes caminhos está na paz: bem muito almejado nos dias hodiernos mas, paz1.jpgcontraditoriamente, o bem menos possuído pelas pessoas e pelas nações. Por quê? Certamente porque é procurado onde ela não se encontra pois, é preciso “saber o que se procura para saber o que se encontra”.

Um bem procurado por todos

Todo homem nesta terra foi criado por Deus com uma sede do Infinito. Esta sentença pode ser demostrada pelo fato de que os homens estão constantemente à procura da felicidade e é nesse estado de espírito que conseguem satisfazer a mencionada sede. Ora, são muitas as formas de felicidade, ou por outra, são muitos os bens que proporcionam a felicidade, um deles é a paz. Quem hoje em dia não está à procura dela? Fala-se de paz entre os países, paz nas cidades, nas escolas, nas famílias; enfim, não há lugar pelo qual passemos onde não ouçamos uma referência à necessidade deste bem. Mas, embora todos almejem a paz, poucos são os que de fato a possuem. Por quê?

A paz material: alguns exemplos

“Quem não sabe o que procura não sabe o que encontra” diz um vetusto ditado. De fato, a imensa maioria dos homens esta à procura de estilos de paz que não podem lhes satisfazer o próprio desejo de paz. A mais comum delas é a paz material. Muitos acham que a aquisição de bens materiais traz a paz, certamente porque na sua condição social eles estão inteira e largamente atendidos em todas as necessidades da sua vida. Como exemplo, basta analisarmos as fotos abaixo: uma bolsa de valores em plena atividade.

Todos ali estão numa corrida desenfreada com o desejo de obter bens materiais, porque pensam que assim obterão a paz. É verdade que muitas necessidades básicas são atendidas, mas, se formos perguntar a um deles se se encontram em paz, quantos são os que responderiam afirmativamente? Ora se não estão em paz, o resto de que vale?paz2.jpg

Outro exemplo que poderíamos citar é o famoso caso de Cristina Onassis, cujos pais possuíam uma das maiores fortunas do mundo . Qual foi o bem negado a ela para que decidisse pôr um fim trágico à sua existência terrena se suicidando? À primeira vista, nenhum. No entanto, na atenção descomedida dos bens materiais negou-se-lhe um bem espiritual que certamente tanto desejava: a paz. Quantos outros exemplos nesta linha podemos relembrar, e não só de pessoas abastadas mas também daqueles que procuram os bens materiais de maneira ilícita. Com isto somos obrigados a concluir que não é a paz material a que traz verdadeiramente paz.

A verdadeira paz

Mas então, qual é a verdadeira paz? A Santa Igreja nos dá a resposta através da clássica definição de Santo Agostinho: “Paz é a tranquilidade da ordem”. E por ordem entende-se a reta disposição das coisas segundo o fim para a qual foram criadas. Vemos por meio desta definição que a Paz é um bem espiritual e não material como muitos pensam. E portanto, ela não é adquirível por meios financeiros.

Tendo este conceito na mente, passemos a analisar a foto abaixo.paz3.jpg

Um monge rezando na solidão da sua cela pobre, austera e até rude. Porém, como há tranquilidade nesse monge! Como há ordem nele! E do ambiente que o cerca, o que podemos dizer? Tem-se a impressão de que todas as qualidades de alma contidas no monge impregnaram o lugar que aconchegantemente o rodeia. Logo nos vem a pergunta ao espírito, está ele em paz? A resposta salta aos olhos: é evidente.

O quê há nele que mais o diferencia do resto dos homens? Em síntese a paz de alma. Paz que ele soube procurar no único lugar que a pode fornecer: na tranquilidade de consciência, na prática dos dez mandamentos, no abandono total e despreocupado à vontade Divina por onde procura colocar sua alma em ordem com Deus. E assim, ele soube o que procurava, e portanto, ele o encontrou: a verdadeira paz de alma que todo homem procura nesta terra como parte da sua constante procura da verdadeira felicidade.

Por Diácono Hernán Cosp, EP

(Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/52262#ixzz2jCUsQJvI)

Santo Inácio de Antioquia, bispo, mártir, séc. II

Santo Inácio de Antioquia, conforme historiadores, viveu por volta do segundo século. Coração ardente (o nome Inácio deriva de ignis = fogo ), ele é lembrado sobretudo pelas expressões de intenso amor a Cristo. A cidade da Síria, Antioquia, terceira em ordem de grandeza do vasto império romano, teve como primeiro bispo o apóstolo Pedro, ao qual sucederam Evódio e em seguida Inácio, o Teófolo, o que traz Deus, como ele mesmo gostava de ser chamado. Pesquisadores indicam que Inácio de Antioquia conheceu pessoalmente os apóstolos Pedro e Paulo.

Por volta do ano 110, foi preso vítima da perseguição de Trajano. Nessa viagem de Antioquia a Roma para onde ia como prisioneiro, o santo bispo escreveu sete cartas, dirigidas a várias Igrejas e a São Policarpo. Tais cartas constituem preciosos documentos sobre a Igreja primitiva, seus fundamentos teológicos, sua constituição hierárquica… Trazido acorrentado para Roma, onde terminou os seus dias na arena, devorado pelas feras selvagens, tornou-se objeto de afectuosas atenções da parte das várias comunidades cristãs nas cidades por onde passou. A ânsia de alcançar Deus, de encontrar Cristo, expressa com intensidade que faz lembrar São Paulo.

As suas palavras inflamadas de amor a Cristo e à Igreja ficaram na lembrança de todas as gerações futuras. “Deixem-me ser a comida das feras, pelas quais me será dado saborear Deus. Eu sou o trigo de Deus. Tenho de ser triturado pelos dentes das feras, para tornar-me pão puro de Cristo.”

” Onde está o Bispo, aí está a comunidade, assim como onde está Cristo Jesus aí está a Igreja Católica”, foi escrito na carta endereçada ao então jovem bispo de Esmirna, São Policarpo. Os cristãos de Antioquia veneravam, desde a antiquidade, o seu sepulcro nas portas da cidade e já no século IV celebravam a sua memória a 17 de outubro, dia adoptado agora também pelo novo calendário.

Santo Inácio de Antioquia, rogai por nós!