Escócia: Sentença permite que agência católica de adoções não entregue crianças a casais do mesmo sexo

Dom Philip Tartaglia (Foto: PaulVIF (CC BY-SA 3.0))

GLASGOW, 05 Fev. 14 / 11:23 am (ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo de Glasgow (Escócia), Dom Philip Tartaglia, expressou sua gratidão pela “sábia decisão” da corte de apelações do país que sentenciou a favor de uma agência católica de adoções que poderá assim continuar com o seu serviço, de acordo com seus princípios, e não entregar crianças em adoção a casais do mesmo sexo.

O Prelado disse que a agência é “pequena”, entretanto, realiza um bom trabalho para a comunidade em geral, “a agência ajuda a transformar a vida de algumas das crianças mais vulneráveis da sociedade”, e afirmou que “teria sido uma grande pena se a tivessem obrigado a fechar”.

Quase todas as agências católicas de adoção no Reino Unido se viram forçadas a fechar ou a romper a sua filiação com a Igreja e com seus patrocinadores devido à interpretação estrita das leis contra a “discriminação”.

Depois de receber uma denúncia da Sociedade Secular Nacional, o Escritório Escocês Regulador da Caridade examinou a sociedade de adoção e determinou que as suas políticas tiveram um impacto negativo nas pessoas do mesmo sexo e nas que coabitam e que violou a Lei de Igualdade de 2010. Entretanto, o Comitê Escocês de Apelações de Caridade assinalou que a agência de adoção dá um benefício público e regulamentou que pode permanecer aderida aos ensinamentos da doutrina católica para realizar o seu trabalho.

Dom Tartaglia assinalou que esta sentença “significa que as famílias que estão preparadas para adotar podem olhar para o futuro com mais serenidade e, além disso, as crianças que têm grandes necessidades podem ser colocadas em um lar amoroso”.

Um porta-voz da Sociedade Saint Margaret de Cuidado das Crianças e da Família disse à BBC News que “estamos muito contentes e aliviados por que se levantou a ameaça que tínhamos sobre nós. (…) Nosso único desejo é continuar com o trabalho que as autoridades reconhecem, e colocar as crianças que precisam de uma família com pais que as amem”.

Desde que a agência foi fundada em 1955, colocou a centenas de bebês e crianças em situações difíceis com pais adotivos católicos com o requisito de que estejam casados pelo menos por dois anos.

Este trabalho que realiza está financiado parcialmente pela Igreja Católica e alguns de seus bispos fazem parte da direção.

O bom trabalho que fazem pelas crianças foi inclusive homenageado com prêmios nacionais e recebe o apoio de centenas de famílias adotivas e membros da comunidade que se reuniram no verão passado na Catedral de Glasgow para comemorar seus anos de serviço.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26660)

Colômbia: bispos reiteraram oposição à adoção por casais do mesmo sexo

A posição da Igreja não é discriminatória; defende o desenvolvimento físico, psicológico e moral dos menores. A adoção é uma medida de proteção à criança e não um direito de quem adota

MADRI, 19 de Novembro de 2013 (Zenit.org) – Nos próximos dias, o Supremo Tribunal da Colômbia deve decidir em favor de um casal de mulheres do departamento de Antioquia que, desde 2009, exige a autorização para adotar o filho biológico de uma delas, concebido por meio de inseminação artificial. Em tal circunstância, a Conferência Episcopal da Colômbia, mais uma vez manifestou a sua oposição à adoção por casais do mesmo sexo.

Em comunicado divulgado segunda-feira, os bispos reiteraram que o posicionamento não reflete uma atitude discriminatória, mas a defesa do “desenvolvimento físico, psicológico e moral dos menores”. “Precisamos mostrar que a Igreja Católica na Colômbia está profundamente interessada em que sejam reconhecidos e protegidos os direitos legítimos de todos os cidadãos, sem discriminação” -afirmaram-.  “Com amor materno – continuam- a Igreja acolhe todos os homens e mulheres, em qualquer condição, conscientes de que, independentemente de sua orientação e até mesmo do comportamento sexual, todos gozam da mesma dignidade perante Deus e perante o Estado”.

Sendo assim, os bispos recordaram que a adoção é uma medida de proteção à criança e não um direito dos adotantes, “sejam eles homossexuais ou não”. Eles também fizeram notar que os menores têm direito a uma família “fundada no amor e no compromisso entre um homem e uma mulher”, conforme reconhecido no artigo 42 da Constituição. “Esse é um dever inescusável- destacaram- que as instituições estatais devem assumir com responsabilidade e independência frente a crescente influência da ideologia do gênero e as pressões de alguns meios de comunicação e grupos de interesse.” E alertaram que, estas devem também reconhecer os “valores éticos e sociais de seus cidadãos”.

Neste sentido, o episcopado indicou ao Tribunal que, antes de tomar uma decisão tão importante, “é necessário que se tenha presente e seja valorizado o fato de que a grande maioria dos colombianos têm manifestado oposição à adoção de crianças por casais do mesmo sexo.”

Finalmente, a Igreja na Colômbia espera que os juízes “tomem uma decisão em plena conformidade com os valores dos cidadãos e constitucionais.” E exortou aos fiéis e cidadãos a permanecerem “vigilantes e atentos” perante tais circunstâncias.

Informações: http://www.cec.org.co/images/Documentos/Comunicados_obispos/2013_Comunicado_sobre_adpcion_de_menores.pdf

(Fonte: Agência Zenit)

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