Natalie Grant abandonou o Grammy

topicA bela cantora Natalie Grant, evangélica, abandonou o último recente Grammy porque nele foram realizados alguns atos de conteúdo anticristão, dos quais ela não quis participar, segundo explica o site Soy Adorador. Que belo e corajoso testemunho cristão!

Antes da entrega dos prêmios Grammy ela se retirou como sinal de protesto. Entre os atos praticados houve casamentos massivos de homossexuais presidido pela cantora e atriz Queen Latifah, tendo Madonna como testemunha; um ato de apoio ao casamento gay que Natalie Grant não aceitou participar. No casamento, foi interpretada a música “Same love”, de Macklemore & Ryan Lewis, um tema conhecido em prol dos direitos homossexuais.

Além disso, a atriz Katy Perry simulou uma execução de bruxas pela Inquisição, e no cenário havia símbolos de conteúdo satânico. Natalie Grant publicou na sua página do seu Facebook: “Saí do Grammy muito cedo. Fiz várias reflexões e é melhor que a maioria delas permaneça na minha cabeça. Mas vou dizer isso: nunca me senti tão honrada por cantar por Jesus e para Jesus. E nunca estive tão segura sobre o caminho que escolhi”.

“Não julguei ninguém. E acho que cada pessoa foi criada à imagem de Deus. Nunca estarei em uma esquina da rua levantando cartazes, não utilizarei uma plataforma para discussões políticas que só dividem e não unem. Continuarei orando para que a minha vida seja uma mensagem. Tenho minhas próprias convicções pessoais, pelas quais vivo, e continuarei me preocupando com a minha salvação, no temor do Senhor”.

(http://cleofas.com.br/natalie-grant-abandonou-o-grammy/)

Assassinatos de sacerdotes, religiosas e leigos católicos duplicou em 2013

ROMA, 08 Jan. 14 / 11:48 am (ACI/EWTN Noticias).- O trabalho da Igreja em todo o mundo atravessa momentos dramáticos devido à violência. No último ano se duplicou o número de assassinatos de sacerdotes, religiosas e leigos em todo mundo.

Segundo os dados oferecidos pela agência vaticana Fides, em 2013 ocorreram 22 assassinatos, uma cifra muito superior aos 13 casos registrados em 2012.

De acordo com a agência Fides, a maioria das vítimas foram assassinadas em tentativas de roubo ou furto, e em alguns casos foram agredidas com ferocidade.

Entre as vítimas constam 19 sacerdotes, uma religiosa e dois leigos que morreram de forma violenta. América Latina foi pelo quinto ano consecutivo o lugar do mundo onde mais ocorrem assassinatos deste tipo.

Sete sacerdotes morreram na Colômbia; quatro no México; um no Brasil; um na Venezuela; um no Panamá; e outro no Haiti.

No continente africano um sacerdote foi assassinado na Tanzânia, uma religiosa em Madagascar, uma leiga na Nigéria, enquanto que na Ásia foram assassinados um sacerdote na Índia; outro na Síria; e um leigo nas Filipinas. Na Europa foi assassinado um sacerdote na Itália.

A agência Fides ressaltou que esta lista de assassinatos não trata apenas dos missionários ad gentes em sentido estrito, mas de todos os agentes pastorais assassinados de forma violenta.

Durante 2013 foram abertas algumas causas de canonização relacionadas com este tipo de assassinatos, como a das seis missionárias italianas das Irmãs Pobres de Bérgamo, mortas no Congo em 1995 vítimas do vírus ebola que contraíram por não abandonar a população privada de assistência sanitária, e que foram definidas como “mártires da caridade”.

Durante este último ano também foi completa a fase diocesana do processo de beatificação de Luisa Mistrali Guidotti, membro da Associação Feminina Médico Missionária, assassinada em 1979 na então Rodésia –território entre a atual Zambia e o Zimbabue-, enquanto acompanhava uma mulher em trabalho de parto até o hospital em situação de risco.

Durante 2013 também teve início o caminho para a beatificação do Padre Mario Vergara, missionário do Pontifício Instituto para as Missões Estrangeiras (PIME), assim como do catequista Isidoro Ngei Ko Lat, leigo assassinado por ódio à fé em Myanmar em 1950.

Entretanto, segue causando grande preocupação o destino de vários outros agentes pastorais sequestrados ou desaparecidos, dos quais não houve notícias, como é o caso dos três sacerdotes congoleses Agustinos daAssunção, sequestrados em Kivu do Norte, na República Democrática do Congo em outubro de 2012.

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26523)

Testemunho Jovem sacerdote falecido comove as redes sociais com carta dirigida ao Papa

Pe. Fabrizio do Michino +

ROMA, 08 Jan. 14 / 12:10 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um jovem sacerdote tem comovido ultimamente as redes sociais com a carta que dirigiu ao Papa Francisco antes de morrer no dia 1 de janeiro, solenidade de Maria Mãe de Deus, devido a um tumor que fez metástase no fígado e no baço. Quem o conhece afirma que o presbítero sempre enfrentou com alegria o sofrimento e que sempre os oferecia pela Igreja e o Santo Padre.

Segundo informa a página Aleteia, um site de notícias e conteúdo católico ligado ao Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, o Padre Fabrizio de Michino nasceu em Nápoles no dia 8 de setembro de 1982. Quase três mil pessoas se reuniram na cidade de Ponticelli para despedi-lo na Basílica de Nossa Senhora das Neves, onde era vigário paroquial aos seus 31 anos.

O sacerdote faleceu em sua casa aonde sempre foi visto com “um sorriso e uma palavra de consolo para os parentes e amigos que estiveram ao seu lado até o último suspiro”.

A seguir a carta do falecido sacerdote publicada em português por Aleteia:

Santo Padre,

nas orações diárias que dirijo a Deus, não deixo de rezar pelo senhor e pelo ministério que Deus lhe confiou, para que Ele possa lhe dar forças e alegria para continuar anunciando a boa nova do Evangelho.

Eu me chamo Fabrizio De Michino e sou um jovem padre da diocese de Nápoles. Tenho 31 anos e há cinco sou sacerdote. Desempenho meu serviço no Seminário Arcebispal de Nápoles como professor de um grupo de diáconos, e em uma paróquia em Ponticelli, que se encontra na periferia de Nápoles. A paróquia, recordando o milagre registrado na colina Esquilino, recebe o nome de Nossa Senhora das Neves.

Ponticelli é um bairro degradado por sua pobreza e alta criminalidade, mas a cada dia descubro verdadeiramente a beleza de ver o que o Senhor realiza nestas pessoas que confiam em Deus e na Virgem.

Também eu, desde que estou nesta paróquia, pude ampliar cada vez mais meu amor pela Mãe Celeste, experimentando também nas dificuldades a sua proximidade e proteção. Infelizmente, há três anos eu luto contra uma doença rara: um tumor no interior do coração. Há um mês estou com metástase no fígado e no baço. Nesses anos difíceis, no entanto, nunca perdi a alegria de ser anunciador do Evangelho. Também no cansaço eu percebo, verdadeiramente, esta força que não vem de mim, mas de Deus, que me permite desempenhar com simplicidade o meu ministério. Há uma citação bíblica que tem me acompanhado e me enche de confiança na força do Senhor: “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne” (Ez 36, 26).

Neste tempo tem sido muito próxima a presença do meu bispo, o cardeal Crescenzio Sepe, que me apoia constantemente, ainda que às vezes me peça para descansar, para que eu não me sobrecarregue.

Agradeço a Deus também por meus familiares e meus amigos sacerdotes que me ajudam e apoiam, sobretudo quando faço as diferentes terapias, compartilhando comigo os momentos de inevitável sofrimento. Também os meus médicos me apoiam muito e fazem o impossível para encontrar os tratamentos adequados para mim.

Santo Padre, estou me alongando muito, mas só quero dizer que ofereço a Deus tudo isso, pelo bem da Igreja e pelo senhor de um modo especial, para que Deus o abençoe sempre e o acompanhe neste ministério de serviço e amor.

Eu lhe rogo que reze por mim: o que peço todos os dias ao Senhor é que seja feita a Sua vontade, sempre e em todas as partes. Não peço a Deus a minha cura, mas a força e a alegria de continuar sendo um verdadeiro testemunho de Seu amor e um sacerdote segundo o Seu coração.

Seguro de suas orações paternas, o saúdo devotamente.

Padre Fabrizio De Michino

(http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26525)

É careta ser beato?

Testemunho de jovem brasileiro, surfista, estudante de medicina, quase padre e com fama de anjo surfista

Por Felipe Ramos

JOãO PESSOA, 28 de Novembro de 2013 (Zenit.org) – Quem acha careta ser beato, nunca conheceu Guido Schaffer, jovem surfista, formado em medicina e apaixonado por Deus, deixou o noivado e a medicina para se tornar padre. Viver intensamente assim não é para caretas. Ah o artigo é um pouco grande, mas deixa um pouco a timeline do seu facebook. Vai valer a pena!

Talvez não aconteça com você, mas chega um dia na vida de um jovem que sofreu uma virada de 180 graus ao se encontrar com Deus, que as pessoas começam a dizer: Pronto, vai virar beato? Como se ser beato fosse algo careta! (SQN), só que não!  (do latim beatum, que dizer ”feliz”, “bem-aventurado”), Se você passa por isso, esse artigo é pra você. Seja bem-vindo!

Para falar bem desse assunto, como um jovem conectado que sou, fui ao bom e velho Google para ver a definição de careta, (entre tantas mil que aparecem) escolhi essa: “Pessoa antiga, fora da moda, antiquada. Aquele que sempre segue os padrões antigos, que não arrisca coisas novas e diferentes” Bem, acho que a vida do carioca Guido, futuro beato da Igreja Católica não tem nada haver com isso.

Surfista, médico e quase padre, ele se chamava Guido Vidal França Schaffer. Carioca, nascido em Copacabana, pegava onda no Arpoador. De sorriso fácil e muito simpático, foi um jovem que invadiu festas, pulou muro para entrar sem ter sido convidado. Era ousado e gostava de uma boa brincadeira, usava roupa de marca, curtia o som de metálica e Pearl Jeam, malhava todos os dias na academia e curtia dançar nas boates. Um cara normal e alegre, amava o mar e o surf. Teve os mesmos desejos e desafios que os outros jovens, como eu e você, e também fez muita besteira. Uma pequena pausa: aposto que tem pessoas já se identificando com ele. #antesdo180graus!

Ele teve suas namoradas e admiradoras, passou pela curiosidade de provar um baseado com os amigos, mas percebeu que aquilo não o preenchia. Para Guido, a experiência foi como aquela onda que vai crescendo e depois estoura deixando um vazio a solta. Você deve estar pensando que até agora não tem nada de careta, mas nada de beato também, não é mesmo? Calma, o melhor está por vir.

Esse cara, que sempre viveu muito intensamente, provou de uma parada capaz de fazer qualquer jovem viver mais radicalmente uma vida. Um dia, Guido participou de um seminário de vida no Espírito Santo, (igual ao que você já tenha participado ou se não participou ainda, deixa de ser careta e participa!) Daí pra frente, o surfista do Arpoador sofreu uma virada de 180 Graus na sua vida.

Engajado em grupo de oração, começou a surfar cada vez mais nas ondas do amor de Deus. Em 1997, o papa João Paulo II visitou o Rio de Janeiro e Guido fez parte do coral que cantou nessa ocasião. De perto pôde sentir no olhar do Papa o olhar de um pescador de homens. Quando João Paulo II falou “Temos que ir para águas mais profundas”, tudo fez sentido para o surfista que com muita alegria dizia para o seu grande amigo padre Jorjão: “É isso que eu quero”.

É preciso como o Guido desejar mergulhar de cabeça na vida com Cristo, não só postando coisas do Evangelho nas redes sociais, isso são águas rasas. Precisamos postar o Evangelho no fundo da nossa vida.

Desafiado pelo seu amigo padre a formar um grupo de oração para jovens, Guido teve que aprender a conciliar os estudos de medicina com o grupo de oração. Aos poucos, centenas de jovens foram sendo atraídos pelo testemunho e unção que ele passava, (já quando seminarista, também criou com uma amiga um grupo na praia, onde também ensinavam muitos a surfarem). O cuidado pelos pobres foi marca na sua vida. Trabalhava nos hospitais cuidando dos doentes e saía nas ruas para amar os mais necessitados.

Como ser careta é não ter coragem de fazer coisas novas e se arriscar, ele foi começando a viver uma vida de beato, ou seja, feliz! Ele também tinha uma noiva, também muito de Deus, juntos formavam um casal perfeito. Mas um dia, em oração, a voz de Deus o chamou: “Levanta-te e serás sacerdote da Minha Igreja”. E agora? Guido tinha tudo, tinha noiva, estava na residência médica e já “fazia muito” na evangelização, mas Deus queria mais. Sem dúvidas, ele dropou a onda da voz de Deus e deixou tudo! Isso mesmo: tudo! E entrou para o seminário! (se garantiu Guido! Uhuu!).

Ele não abandonou o surfe, onde ele mesmo dizia se encontrar diversas vezes com Jesus. Sempre ia quando podia. Após entrar para o seminário, crescia em humildade e pregava nas paróquias onde muitas pessoas até hoje lembravam as ações do Espírito através dele: profecias, repousos no Espírito, muitos dons. Com mais ardor continuou sua missão com os pobres e doentes. Onde chegava, Guido era sinal de esperança e alegria. Com certeza já mostrava que era um beato que não tinha nada de careta.

Sua última surfada aconteceu na despedida de solteiro do seu amigo Dudu, na praia do recreio. Antes de entrar no mar seus amigos fizeram junto com ele uma oração. Já no mar, apareceu uma serie de ondas e inesperadamente os amigos de Guido o encontraram se afogando. Ele foi levado ao hospital, onde foi confirmada  sua morte. Guido morreu surfando e assim nasceu para o céu.

Hoje em dia, muitos testemunhos são contados de milagres que aconteceram e acontecem até hoje pela intercessão de Guido Schaffer. Um livro intitulado “O Anjo surfista”, do escritor Manuel Arouca, que conta sua história foi a fonte que usei para escrever este artigo. Não vou mentir que em certas partes da leitura as lágrimas apareceram em meus olhos.

Fala-se da beatificação de Guido Schäffer desde maio de 2009, o padre Jorjão, amigo e confessor de Guido, falou deste possível acontecimento:

“A Igreja é muito prudente em relação a isso. Os testemunhos vão poder ser analisados. O impressionante é ver como pessoas que nunca o conheceram montam grupos para orar por ele e pedir sua intercessão. O Papa João Paulo II costumava dizer que precisamos de santos vestidos de calças jeans. E o Guido é um exemplo disso, de um rapaz que vivia sua juventude”.

(Fonte: Agência Zenit)

Fofocas que matam

VATICANO, 02 Set. 13 / 04:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- Onde está Deus não há ódio, inveja e ciúmes, e não existem aquelas fofocas que matam os irmãos, disse o Papa Francisco nesta manhã na Santa Marta, onde voltou a celebrar aMissa com diversos grupos após a pausa para o período de descanso no verão europeu.

O encontro de Jesus com seus conterrâneos, os habitantes de Nazaré, como conta o Evangelho de São Lucas proposto pela liturgia do dia, esteve no centro da homilia do Papa.

Os nazarenos admiram Jesus, observou o Pontífice, mas esperam dele algo assombroso: “queriam um milagre, queriam o espetacular” para acreditar nele. Desta maneira Jesus destacou que eles não tinham fé e “eles ficaram furiosos, levantaram-se e o expulsaram da cidade.?Levaram-no até o alto do monte?sobre o qual a cidade estava construída,?com a intenção de lançá-lo no precipício”.

“Mas vejam como a coisa mudou: começaram com beleza, com admiração e terminaram com um crime: querendo matar Jesus. Isto por ciúme, inveja, todas essas coisas… Esta não é uma coisa que aconteceu há dois mil anos: isto acontece a cada dia no nosso coração, nas nossas comunidades. Quando em uma comunidade se diz: ‘Ah, que bom que veio esta pessoa!’. Se fala bem no primeiro dia; nem tanto no segundo, e no terceiro se começa a fofocar e terminam machucando-o”.

Assim os nazarenos “queriam matar Jesus”. “Mas aqueles que em uma comunidade falam mal dos irmãos, dos membros da comunidade, também querem matar: é a mesma coisa! O Apóstolo João, na primeira Carta, capítulo III, versículo 15, diz-nos: ‘Quem odeia seu irmão é assassino’. Nós estamos acostumados aos mexericos, às fofocas. Quantas vezes nossas comunidades, também nossa família, são um inferno onde se gera esta criminalidade de matar o irmão e a irmã com a língua!”.

“Uma comunidade, uma família -continuou o Papa- é destruída por esta inveja, que o diabo semeia no coração e que faz que um fale mal do outro, e assim se destrua”.

“Nestes dias -sublinhou- estamos falando tanto da paz”, vemos as vítimas das armas, mas é necessário pensar também nas nossas armas cotidianas: “a língua, as fofocas, os mexericos”. Cada comunidade, concluiu o Papa, deve viver com o Senhor e ser “como o Céu”.

“Para que haja paz em uma comunidade, em uma família, em um país, no mundo, é necessário estar com o Senhor. E onde está o Senhor não há inveja, não há criminalidade, não há ódio, nem ciúmes. Existe fraternidade. Peçamos ao Senhor para não matarmos jamais o próximo com nossa língua e estar com Ele, assim como estaremos todos com ele no Céu. Assim seja”.

(Fonte: ACI Digital)

Egito: Taxista decapitado por ter um crucifixo pendurado no espelho

Um vídeo amador mostra o massacre do jovem Mina Rafaat Aziz, espancado por manifestantes islâmicos, degolado e abandonado na rua

ROMA, 29 de Agosto de 2013 (Zenit.org) – No dia em que a Igreja celebra a memória litúrgica de São João Batista,chegado Egito a notícia de um novo mártir decapitado por seu amor à fé cristã. É Mina Rafaat Aziz, motorista de táxi, nos seus vinte anos, de Alexandria, massacrado na rua, em 16 de agosto, por uma multidão de muçulmanos, porque tinha pendurado do espelho de seu táxi um crucifixo.

A triste notícia foi relatada por fontes locais à agência Asia News, que afirma: “As histórias contadas pelas vítimas dos ataques assustam e pesam os corações de toda a população egípcia”. O assassinato do jovem ocorreu no contexto dosataques contra sit-in, no Cairo.

Em um vídeo amador filmado por um morador vê-se uma multidão bloqueando o carro para controlar os passageiros. Quando o táxide Azizfoi parado, um manifestante viu a cruz pendurada no espelho. As imagens mostram como, em um curto espaço de tempo, o menino foi arrastado para fora do carro a chutes, socos, espancado.Os golpes causaram a morte do jovem após alguns minutos. Os extremistas continuam a agredir o corpo sem vida com cuspes e pontapés,até completar a execução por decapitação do cadáver que foi abandonado na calçada.

(Fonte: Agência Zenit)

Não sei ainda quando me enforcam…

“Meus filhos, não percam o valor nem a fé em Jesus Cristo”, escreve Asia Bibi

Estas foram palavras da cristã paquistanesa Asia Bibi, condenada à pena de morte por causa da lei de blasfêmia, ao seus filhos e ao seu esposo em uma carta inédita e agora publicada no livro “¡Sacadme de aqui!”(Tirem-me daqui!), editado pela LibrosLibres na Espanha.

O livro foi escrito na prisão por Asia Bibi em colaboração com a jornalista francesa Anne-Isabelle Tollet. Na carta, a cristã dedica comovedoras palavras de amor ao seu esposo Ashiq e aos seus cinco filhos enquanto espera que seu pedido de clemência seja aceito ou que a pena seja executada. “Desde que voltei para minha cela e sei que vou morrer, todos meus pensamentos se dirigem a ti, meu amado Ashiq, e a vocês, meus adorados filhos. Nada sinto mais que deixá-los sós em plena tormenta”, expressa a cristã.

¡Sacadme de aqui!”(Tirem-me daqui!)- O livro foi escrito na prisão por Asia Bibi em colaboração com a jornalista francesa Anne-Isabelle Tollet.

Entretanto, a pesar do temor, Bibi alenta sua família a manter o desejo de serem felizes a pesar que a vida não é fácil todos os dias. “Somos cristãos e pobres, mas nossa família é um sol (…). Não sei ainda quando me enforcam, mas fiquem tranqüilos meus amores, irei com a cabeça bem alta, sem medo, porque estarei em companhia de Nosso Senhor e com a Virgem Maria, que me acolherão em seus braços”, afirma.

O caso da Asia Bibi se converteu em notícia mundial em 2010 quando foi condenada à pena capital em aplicação da lei de blasfêmia, que pune com a morte na forca aqueles que supostamente ofendam o islã e que se converteu em uma arma de abuso contra as minorias religiosas no Paquistão e inclusive de vingança entre muçulmanos.

Atualmente há um recurso contra sua condenação. Entretanto teve que ser isolada em uma cela sem janela nem serviços higiênicos porque os muçulmanos puseram um preço na sua cabeça, incitando seu assassinato.

A carta escrita por Asia Bibi diz:

“Meu querido Ashiq, meus queridos filhos:

(…) Desde que voltei para minha cela eu sei que vou morrer, todos meus pensamentos se dirigem a ti, meu amado Ashiq, e a vocês, meus adorados filhos. Nada sinto mais que deixá-los sós em plena tormenta.

Você, Imran, meu filho maior de dezoito anos, desejo que você encontre uma boa esposa, a que você a fará feliz como seu padre me fez.

Você, minha primogênita Nasima, de vinte e dois anos, que já tem seu marido, com uma família que te acolheu tão bem; dê ao seu pai pequenos netinhos que você educará na caridade cristã como nós educamos você.

Você, minha doce Isha, que tem quinze anos, embora siga sendo meio louquinha. Seu pai e eu sempre a consideramos um presente de Deus, você é tão boa e generosa… Não tente entender por que sua mamãe já não está ao seu lado, mas entenda que você está muito presente em meu coração, tem nele um lugarzinho reservado apenas para ti.

«Não sou muçulmana, mas boa paquistanesa, católica e patriota, devota do meu país assim como de Deus.»

Cidra, não tem mais que treze anos, e bem sei que desde que estou na prisão você é quem se ocupa das coisas da casa, você é quem cuida da sua irmã mais velha, Isha, que tanto necessita de ajuda. Nada ressinto mais que tê-la conduzido a uma vida de adulto, você que é tão jovenzinha e que deveria estar ainda brincado de bonecas.

Minha pequena Isham, de apenas nove anos, e em breve perderá sua mamãe. Meu Deus, que injusta pode ser a vida! Mas como você continuará indo à escola, você ficará bem armada para defender-se da injustiça dos homens.

Meus filhos, não percam o valor nem a fé em Jesus Cristo. Dias melhores sorrirão para vocês lá encima, quando estiver nos braços do Senhor, continuarei velando por vocês. Mas por favor, peço-lhes aos cinco que sejam prudentes, peço-lhes que não façam nada que possa ofender os muçulmanos ou as regras deste país. Minhas filhas, eu gostaria que tivessem a sorte de encontrar um marido como seu pai.

Ashiq, eu te amei desde o primeiro dia, e os vinte e dois anos que passamos juntos são prova disto. Não deixei nunca de agradecer ao céu por ter encontrado você, por ter tido a sorte de um matrimônio por amor e não arranjado, como costume em nossa província. Tínhamos os dois um caráter que encaixava, mas o destino está aí, implacável… Indivíduos infames cruzaram o nosso caminho. E aí está você sozinho com os frutos de nosso amor: guarda a coragem e o orgulho de nossa família.

Meus filhos, (…) papai e eu tivemos sempre o desejo supremo de ser felizes e de fazer vocês felizes, mesmo que a vida não seja fácil todos os dias. Somos cristãos e pobres, mas nossa família é um sol. Gostaria tanto de ter visto vocês crescerem, seguir educando-os e fazer de vocês pessoas honestas… e vocês o serão! (…)Não sei ainda quando me enforcam, mas estejam tranqüilos meus amores, irei com a cabeça bem alta, sem medo, porque estarei em companhia de Nosso Senhor e com a Virgem Maria, que me acolherão em seus braços.

Meu bom marido, continua educando nossas crianças como eu teria desejado fazê-lo junto a ti.

Ashiq, filhos meus amantíssimos, vou deixá-los para sempre, mas os amarei por toda uma eternidade.

Mamãe”.

Fonte: ACI/EWTN Noticias

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Pesquisador perde emprego por negar-se a investigar com células de bebês assassinados em aborto!

Roma, 21 de Agosto de 2012 (ACIDIGITAL) – O Dr. Thomas Sardella, especialista em Ciências Biológicas, licenciado na Universidade de Roma – Tor Vergata, perdeu seu emprego na Universidade de Glasgow (Reino Unido) como assistente de pesquisa, depois de negar-se a participar de um estudo que usava células de uma criança abortada.

Em uma entrevista realizada pelo John Smeaton para a Sociedade para a Proteção dos Nascituros (SPUC, por suas siglas em inglês), publicada em 17 de agosto, o Dr. Sardella assinalou que ante o requisito de utilizar o tecido de crianças abortadas na oitava semana para um estudo científico, “decidi perder meu emprego”.

“Como podia me convencer que estes seres humanos de oito semanas não tinham o direito de viver, e que minha carreira, meu salário e minha família eram mais importantes que suas vidas?” questionou-se.

Depois de um corte no pressuposto, o grupo do Dr. Sardella se uniu a outra equipe de pesquisa de San Diego (Estados Unidos). O estudo conjunto daria ao cientista mais seis meses de estabilidade trabalhista.

“Ainda me lembro de quando li o e-mail enviado de San Diego sobre o requisito do aborto humano nesta colaboração. Sentei-me na cadeira com um sentimento de repulsa e me disse a mim mesmo que não podia fazer isto nem o faria”, disse o cientista a John Smeaton.

O Dr. Sardella assinalou que ele “não ia estar diretamente envolvido no aborto, mas como ia poder olhar pelo microscópio esquecendo que essas células foram tiradas de uma criança junto com a vida dele ou dela?”.

O médico recordou que na tarde do dia em que recebeu a informação sobre o que seria a pesquisa conjunta com o grupo americano, consultou a sua esposa, que estudou Bioética e textos a respeito e confirmou que sua posição estava certa.

“Consultamos livros italianos de bioética que asseguravam que se ajudasse na pesquisa seria colaborador passivo e remoto do procedimento abortivo; por isso não conseguia deixar de me sentir tão mal”, assinalou.

“Se estamos de acordo que está mal matar a um ser humano, um membro da espécie homo sapiens, então temos que nos perguntar quando é que nos fazemos homo sapiens. Para cada organismo do reino animal é a mesma resposta: quando uma célula de esperma fertiliza ao óvulo da mesma espécie, qualquer zoólogo ou embriologista afirmará que um novo organismo é concebido”, disse.

O cientista explicou que “quando um óvulo humano é fertilizado por uma célula de esperma humana não podemos fazer mais nada para parar ao novo embrião de ser parte de nossa espécie. O novo indivíduo deve ser considerado um ser humano”.

Depois de perder seu emprego, o Dr. Sardella se dedicou a dar palestras em distintos âmbitos sobre a realidade do aborto, e se surpreendeu que muitos jovens “verdadeiramente não tinham nem ideia do que é um aborto e de como se faz”.

“Alguns alunos também vieram me falar que a sua opinião sobre o aborto mudou totalmente, assim que, me disse a mim mesmo que ‘se perdi o emprego para salvar uma vida, então valeu a pena'”, assinalou.

O cientista lamentou que muitas pessoas, incluindo colegas deles, “consideram à ciência como uma entidade superior e motor immobilis que guia as decisões do gênero humano”.

“Ciência é somente uma palavra, do latim scientia que significa conhecimento. O conhecimento não possui uma consciência. É o cientista o que tem uma consciência e uma ética que guia seus pensamentos e decisões”, sublinhou.

O Dr. Sardella sublinhou que “primeiro vem a vida, e depois em segundo lugar vêm as melhorias à mesma. É inadmissível considerar uma vida humana como um produto e utilizá-la em programas de investigação para o hipotético melhoramento das vidas de outros”.

O cientista, emocionado, assegurou que apesar das dificuldades econômicas que enfrentaram, “uma simples eleição foi uma revisão da minha vida e das minhas crenças, um momento de verdadeira unidade com minha esposa e família”.

“Se a gente escolhe branco, embora pereça irracional nesse momento, embora a montanha que a gente tenha que escalar pareça tão alta, a gente está abrindo os braços a uma felicidade muitíssimo maior do que a que poderia planejar”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24036